Direito Societário
Sócios que discordam sobre os rumos do negócio, uma reorganização societária mal desenhada ou um contrato social desatualizado custam caro — em dinheiro e em tempo. Atuamos na governança, nas transações e nas disputas societárias, do desenho da estrutura até a execução em juízo, quando necessário.
Na ponta consultiva, isso significa redigir e revisar acordos de sócios e acionistas, estatutos e políticas de governança que previnem conflitos antes que eles apareçam, além de implementar rotinas de compliance para reduzir risco societário. Na ponta contenciosa, atuamos em disputas entre sócios, apuração de haveres e responsabilidade de administradores, e em processos de recuperação judicial ou extrajudicial, insolvência e liquidação.
Como ajudamos
- Acordos de sócios/acionistas, estatutos e políticas de governança
- Disputas societárias, apuração de haveres e responsabilidade de administradores
- Compliance e mitigação de riscos societários
- Recuperação judicial/extrajudicial, insolvência e liquidação
Advogado responsável: Fabricio Sampaio.
Perguntas frequentes
O que é apuração de haveres?
É o processo para calcular quanto vale a participação de um sócio que está saindo da empresa — por acordo, exclusão ou falecimento. Envolve avaliação contábil e, muitas vezes, disputa sobre o critério usado.
Quando vale a pena ter um acordo de sócios?
Desde o primeiro dia de sociedade — não só quando já existe conflito. Um acordo bem redigido define regras de saída, de decisão e de resolução de impasses antes que eles se tornem litígio.
Meu sócio está tomando decisões sozinho. O que posso fazer?
Depende do que o contrato social e o acordo de sócios preveem sobre competência e quórum — é ali que se vê se houve extrapolação. Havendo, o caminho vai da notificação e convocação de reunião até a responsabilização por perdas e, em situações graves, a exclusão. Reunir a documentação das decisões tomadas é o passo que mais fortalece qualquer dessas vias.
Meu patrimônio pessoal pode responder por dívida da empresa?
Como regra, não — a separação entre o patrimônio da sociedade e o dos sócios é justamente o que a personalidade jurídica protege. Essa proteção cai quando se demonstra desvio de finalidade ou confusão patrimonial, hipóteses que a lei estreitou nos últimos anos. Misturar contas pessoais e da empresa é o comportamento que mais expõe o sócio na prática.
É possível excluir um sócio que não contribui com a sociedade?
Sim, é possível excluir um sócio que não contribui com a sociedade, mas o procedimento depende de como ele deixou de contribuir (se com o capital social inicial ou com as atividades e obrigações do negócio). Contrato social que já prevê a hipótese e o rito torna a exclusão viável sem processo judicial.
Qual a diferença entre recuperação judicial e extrajudicial?
Na extrajudicial a empresa negocia diretamente com um grupo de credores e leva o acordo já costurado para homologação — é mais rápida e discreta, mas não alcança todo tipo de crédito. A judicial abrange um universo maior de dívidas e suspende cobranças, ao custo de um processo público, mais longo e mais caro. A escolha depende de quem são os credores e de quanto tempo a empresa ainda tem.
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